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Marketing digital fortalece empresas durante a quarentena

Isolamento social muda comportamento do consumidor, favorece ações de marketing digital e abre oportunidades para novos negócios

Nos meses de março e abril de 2020, com o planeta encarando a pandemia da COVID-19, a quarentena foi decretada para os brasileiros. Resultado: as pessoas estão mais tempo conectadas à internet. Que o mundo irá mudar ninguém tem dúvidas, mas a transformação digital, agora forçada, à que as pessoas irão passar abre uma janela de oportunidades para quem souber trabalhar no ambiente digital.

 

agencia de marketing digital porto alegre

agencia de marketing digital porto alegre

Isso porque o crescente uso da internet, o filtro mais criterioso por informação confiável e de qualidade e a busca por produtos e serviços online aumenta a necessidade das empresas investirem mais no marketing digital do seu negócio. Com a quarentena, além da televisão, o único meio das marcas alcançarem os clientes é através do ambiente online.

Nossa agência de marketing digital com sede em Porto Alegre, RS, já sente a mudança no comportamento de empresas e consumidores.

“O aumento da presença digital dos clientes já era uma busca constante da nossa equipe de alguns anos para cá. O que vemos agora é que aquelas empresas que se anteciparam a essa transformação saem na frente e já conseguem lucrar com os investimentos feitos no digital”.

Desde o final de março, empresas de segmentos como tecnologia, educação, serviços médicos e consultorias que fazem parte da nossa carteira de clientes e estão com estratégias renovadas para se comunicar com o público e, consequentemente, aumentar sua fatia no mercado. “Para um dos nossos clientes, por exemplo, criamos um blog específico para oferecer conteúdo gratuito para líderes de empresas aprenderem a gerir suas equipes em home office.

Com isso, as pessoas criam uma relação de confiança e proximidade com a marca, além de deixarem seus dados em uma landing page para que um contato comercial se estabeleça e possa apresentar as soluções da empresa em capacitação online”.

São várias as pesquisas recentes sobre o aumento do consumo de internet (estima-se que já tenha passado de 40%, segundo matéria da Folha de São Paulo), a ampliação da velocidade da banda larga, os novos hábitos das pessoas online, a explosão no número de Lives e nas postagens por parte de pessoas e empresas. Tudo isso mostra que, se toda crise traz uma oportunidade, dessa vez as empresas devem concentrar seus esforços no digital.

Mas como isso deve ser feito? A estratégia depende do perfil e dos objetivos de cada empresa, mas três áreas destacam-se neste momento dentro do marketing digital.

O SEO é uma delas e consiste em otimizar blogs e sites para melhorar o posicionamento nas buscas do Google, gerando tráfego e autoridade na rede. É através dele que as principais páginas são encontradas durante uma pesquisa.

Outro ponto importantíssimo é a interação com o público pelas mídias sociais. De forma inteligente, agradável e estratégica as marcas devem se posicionar mesclando conteúdos que estão em alta e assuntos de interesse do negócio, de preferência fazendo um “casamento” entre eles.

Fica como insight o grande crescimento do Linkedln nos últimos meses, se posicionando como uma ótima opção, principalmente para as empresas que fazem B2B ou têm como público-alvo tomadores de decisão, executivos e profissionais mais especializados.

Já para atrair novos clientes, a dica é apostar no Google ADS e Facebook Ads que vão mostrar ao público de interesse conteúdos que a empresa quer se conectar.

Ou seja, o marketing de conteúdo ganha ainda mais força agora e essa é a hora das empresas mostrarem colaboração e auxiliarem as pessoas com informações relevantes. Até porque o foco do marketing nos próximos anos é a humanização das marcas e o canal é o digital. Então, combinar esses dois parâmetros mostra-se como o melhor caminho nesse momento e as empresas que entenderem isso estarão à frente no mercado.

Precisa de ajuda com o seu negócio? Fale com a gente e vamos fazer você crescer!

Agência de marketing Digital em Porto Alegre.

notícias

Google penaliza empresas que lucram com coronavírus e bane anúncios de máscaras

Segundo a companhia, medida visa evitar a exploração dos consumidores e penalizar aqueles que tentam lucrar com o pânico

SÃO PAULO – Em meio ao temor pelo novo coronavírus (Covid-19), o Google está tentando penalizar aqueles que tentam lucrar com o pânico. A companhia está retirando de sua plataforma de buscas anúncios de máscaras e outros produtos relacionados ao medo da doença.

Um porta-voz do Google afirmou ao Business Insider que a política de publicidade da plataforma proíbe a promoção de anúncios que mencionem explicitamente o coronavírus. Segundo ele, a empresa não apoia o lucro em cima de calamidades ou de crises de saúde pública ou de governo e já foram bloqueados “centenas de milhares de anúncios” nas últimas seis semanas.

São removidos, por exemplo, anúncios que promovem máscaras N95 e mencionem a doença. Esse produto é usado para filtrar partículas no ar, mas sua eficácia contra a Covid-19 não foi comprovada.

A limpeza também atinge o Youtube. Além de retirar os anúncios de venda de máscaras da plataforma, o Google está desmonetizando vídeos que tragam a palavra “coronavírus” ou toquem no tema.

“Estamos comprometidos em proteger os usuários e em fornecer informações úteis e autoritativas à medida que a situação do coronavírus continua a evoluir”, disse um porta-voz do Google ao Business Insider.

“Com muita cautela, decidimos banir temporariamente todos os anúncios de máscaras médicas. Estamos monitorando ativamente a situação e continuaremos a tomar as medidas necessárias para proteger os usuários”, concluiu.

Vale destacar que essa política não age contra anúncios que não mencionem o coronavírus diretamente, mesmo que vendam máscaras, por exemplo.

Alarmismo nas redes

O Facebook também proibiu anúncios que, segundo a rede social, tentavam “criar um senso de urgência irreal” sobre a aquisição de produtos que não possuam eficacia comprovada contra a Covid-19.

Tanto o Facebook quanto o Google estão lidando com uma enorme quantidade de informações errôneas espalhadas por suas plataformas sobre o coronavírus.

Sundar Pichai, CEO do Google, anunciou no blog da companhia na última sexta-feira (6) que a companhia criou uma equipe responsável por se comunicar com a Organização Mundial da Saúde (OMS) 24 horas por dia para saber como a gigante da tecnologia pode ajudar com medidas de prevenção e divulgação de informações.

Ele ainda acrescentou que as pesquisas pelos termos “higiene e coronavírus” cresceram mais de 1.700% em uma semana nos EUA, levando a empresa a criar um recurso que alerta as pessoas com informações oficiais da OMS na hora de buscar sobre informações do vírus.

O Google também está dando preferência no espaço publicitário do YouTube para organizações governamentais e não governamentais que estejam promovendo informações relevantes e verdadeiras sobre a Covid-19.

notíciasSegurança

Sites no Brasil ficam fora do ar devido a problemas no Cloudflare

Na tarde desta terça-feira, dia 14 de maio, inúmeros sites em todo o Brasil ficaram foram do ar. Diversos estudantes reclamaram ao tentar acessar alguns sites e não conseguirem. No entanto, a culpa não é da operadora.

tutoriais

SQL Injection: Tutorial para limpeza do seu site.

Saiba como se livrar do SQL injection, tutorial completo e sem enrolação!

Hoje vamos abordar um problema muito frequente, tão frequente que podemos dizer que pelo menos uma vez por mês temos que ajudar nossos clientes hospedados conosco a resolver esse problema, o SQL Injection.

Marketing

10 previsões globais para o marketing digital em 2019

Experiências mobile, vídeos online, transformações digitais, parcerias, chatbots e omnichannel são apenas alguns dos tópicos que serão tendência em 2019. Que outras disrupções vão impactar as estratégias de marketing digital este ano? Confira as previsões de experts de vários países e veja como elas podem influenciar as suas estratégias.

1. Multicanal vai virar omnichannel

Qual é a diferença entre multicanal e omnichannel? Em vez de desenvolver vários canais de marketing separados, o omnichannel é uma abordagem mais sistemática. Seu objetivo é criar um sistema de comunicação unificado. Recursos online, redes sociais e apps mobiles funcionam em conjunto, “pegando” as pessoas na hora e tornando a sua interação com as marcas mais tranquilas e contínuas.

Por exemplo, o programa de fidelidade do Starbucks usa cartões que são ligados aos perfis e contas das pessoas. Elas podem checar e carregar o cartão pelo smartphone ou computador, pelo site da loja, pelo aplicativo mobile ou diretamente na cafeteria. Quando um cliente faz seu pedido pelo app, algoritmos especiais calculam o tempo de viagem até a loja mais próxima para que a sua bebida esteja pronta assim que chegar. Você também pode escolher a trilha sonora da loja, colocando uma música para tocar naplaylist do Starbucks.

2. A experiência mobile será cada vez mais importante

Os usuários esperam experiências digitais cada vez melhores e mais rápidas – e o mobile não é exceção. Se você quiser oferecer uma jornada omnichannel aos seus clientes, as plataformas devem se complementar e criar uma experiência tranquila de compra mobile através dos apps e sites. Todo mínimo detalhe pode levar à perda de um cliente: 53% das pessoas saem de sites cujos downloads demoram mais que 3 segundos.

Homepages mais rápidas geralmente levam a mais conversões, e as AMPs (Accelerated Mobile Pages) permitem criar páginas que carregam mais rápido. Você pode ver o funcionamento do seu produto mobile na ferramenta Test my Site, e aproveitar todas as vantagens do AMP nos seus planos de marketing digital para 2019.

“Além da importância da velocidade, oferecer soluções revolucionárias para melhorar experiências no site mobile também é um dos maiores desafios do próximo ano,” diz Zeynep İyigün, editor do Think with Google Turquia.

“A essa altura, os Progressive Web Apps (PWA) oferecem uma solução com tecnologia moderna para desenvolver experiências na web que funcionam tão bem quanto no app”, continua. “Em 2019, as marcas vencedoras serão aquelas que investirem em plataformas mobile para valorizar os usuários.”

3. Chatbots revolucionários

Os bots são cada vez mais usados em todo tipo de interação entre marcas e clientes em potencial. Até 2020, 85% delas serão entre usuários e robôs, segundo a consultoria Gartner.

Até agora, essa tendência não evoluiu muito para preservar os usuários: de acordo com pesquisas do instituto Statista, apenas 34% dos entrevistados preferem conversar comchatbots em vez dos canais tradicionais de comunicação, com redes de varejo online. Mas a opinião dessas pessoas pode mudar com o surgimento da nova geração de chatbots com inteligência artificial. Eles pedem informações sobre o usuário, entendem a língua falada e conduzem diálogos mais verdadeiros.

Entre eles, está o chatbot Clare.AI, que processa línguas naturalmente e é capaz de trabalhar como consultor financeiro online. Por sua vez, o igualmente sociável Morph.AI automatiza o SAC. Em um futuro próximo, esse tipo de chatbot vai mudar completamente a percepção popular sobre a comunicação entre empresas e clientes.

4. Vídeos online vão dominar as telas de TV

Em 2019, pela primeira vez, as pessoas vão passar mais tempo online em frente às telas de TV1Até 2020, a média mundial de tempo gasto assistindo a vídeos online na tela grande vai chegar a 84 minutos2.

Mas, se o mercado de publicidade de televisão começa a estagnar, todo o orçamento global de produção para publicidade de vídeos online vai crescer 17% em 2019 em relação ao ano anterior. De acordo com o Yahoo, as transmissões ao vivo vão dominar todas as outras tendências de vídeo online, em termos de crescimento anual3.

Vários formatos (reportagens, vlogs, entrevistas, debates) facilitam a adaptação desse tipo de conteúdo para quase qualquer público. A falta de tratamento e montagem diminuem a distância entre as marcas e os usuários, e, o mais importante, suprem o desejo das pessoas por precisão e autenticidade.

5. O boom dos serviços de voz

De acordo com o NPD Group, até o fim de 2019, as vendas de smart speakers vão crescer 50%, e esse mercado chegará a US$ 2,7 bilhões4. Ferramentas de marketing serão integradas a serviços de voz: vamos ver muitos aplicativos de compras por voz, desde deliveries de comida a portais de notícias.

A loja de móveis e decoração H&M Home já lançou um aplicativo que funciona em conjunto com o Google Assistant. Ele dá conselhos sobre a decoração de ambientes em diversos estilos e ajuda a encontrar os produtos adequados no catálogo da empresa. Já no app da Domino’s Pizza, o assistente de voz do Google lembra o usuário do seu último pedido e pergunta se pode repeti-lo – o que ajuda a acelerar o processo.

Enquanto isso, as redes de varejo Asos e Argos lançaram serviços online para reservar produtos usando o smart speaker Google Home ou o assistente de voz do smartphone.

6. Parcerias são empurrões para crescer no varejo

Quando o varejo muda no mesmo ritmo da tecnologia e da digitalização, é essencial inovar e olhar para a próxima oportunidade de negócios. Um jeito de fazer isso é através de parcerias.

De acordo com a consultoria OC&C Strategy Consultants, o desafio dos grandes varejistas vem da rápida expansão de plataformas de varejo. Amazon, Alibaba, eBay, JD.com e Zalando têm crescido muito e balizam a percepção do consumidor do que é bom. E eles investem tanto em tecnologia (US$ 16 bilhões ao ano na Amazon, US$ 5 bilhões na Alibaba) que, até 2025, 60% do e-commerce pode vir de plataformas de varejo5.

Claro, nem todo varejista consegue investir pesado em dados ou tecnologia de personalização. Por isso, fazer parcerias ajuda a atrair os talentos, a tecnologia e os investimentos que permitem ao varejo pegar um ritmo que não conseguiria se estivesse caminhando sozinho. Assim, todas as partes ganham.

7. Personalização com marketing data-driven

Integrar estratégias de marketing data-driven traz vantagens competitivas. “Em 2019 vamos oferecer estruturas acionáveis para esse princípio, compartilhando o que chamamos de ‘modelo 5As de marketing data-driven’: audiência, assets, acesso, atribuição e automação,” diz Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha. “Quando dominarmos esses cinco princípios, as marcas vão se equipar por meio da transformação digital, oferecendo experiências completas para os clientes.”


“Colocar (os consumidores) no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

– Maite Gomez Fraile, Industry Head no Google Espanha


“O marketing sempre colocou o consumidor no centro de tudo que fazemos”, ela explica. “Agora que eles estão hiperconectados, hiperexigentes e hiperimpacientes, colocá-los no núcleo das estratégias de marketing vai oferecer cada vez mais experiências personalizadas. E agora temos a tecnologia e o volume de dados para começar a tornar isso realidade.”

8. Consolidação de conteúdo offline e online

“Em 2019, esperamos ver mais publicitários da região EMEA (Europa, Oriente Médio e África) tentando consolidar offline e online para facilitar atribuição, mensuração de visitas a lojas e compras programáticas,” diz Tahani Karrar, Content Manager do Think with Google do MENA (Oriente Médio e Norte da África). “Isso foi feito em 2018 pela Landmark Group, um dos maiores varejistas omnichannel dos Emirados Árabes e da Arábia Saudita. A rede integrou os dados do cartão de lealdade Shukran ao Google Analytics para conectar anúncios online às vendas offline.”

“Na região MENA, campanhas de conteúdo vão deixar de ser uma única peça para se transformar em várias edições de uma variedade de peças mais personalizadas e relevantes para cada pessoa”, explica. “Como resultado, profissionais de marketing digital vão aprofundar a colaboração com creators, influenciadores, especialistas em conteúdo e veículos de mídia para entregar conteúdo com mais qualidade”.

9. A realidade aumentada vai ser amplificada

Recentemente, a realidade aumentada (AR) em marketing digital foi usada principalmente entre marcas de beleza: L’Oreal, Punky Color e Madison Reed usaram aplicativos de AR para maquiagem virtual. Mas, segundo estimativas da Harvard Business Review, os investimentos globais para o desenvolvimento de AR vão passar de US$ 60 bilhões até 20206.

Depois que a IKEA lançou um aplicativo com AR para “encaixar” móveis em ambientes reais, em 2016, outras grandes redes de varejo têm criado opções semelhantes para compras online. Essa tecnologia permite que você “mova” produtos dos catálogos onlinepara a realidade e entenda como esses objetos ficariam na sua casa ou escritório.

Outro exemplo é a Coca-Cola, que criou um aplicativo patrocinado para transmitir corridas da NASCAR em realidade aumentada. O “portal” virtual na tela de smartphonestinha o formato de uma lata gigante, já que a meta da marca de refrigerante era aumentar o loyalty entre fãs de automobilismo, enquanto a NASCAR tinha esperança de atrair millennials para a categoria.

10. O valor do conteúdo personalizado vai aumentar

Pesquisas mostram que o critério mais importante para 86% da audiência online é a confiabilidade das informações. Para os millennials, esse número é ainda maior. Mas em que dados eles confiam?

Em primeiro lugar, são informações vindas de outros usuáriosReviews de produtos, fotos e vídeos permitem que sua marca atinja um público amplo, ofereça alta credibilidade e aumente a lealdade dos clientes. De quebra, isso ainda sai bem mais barato do que fazer conteúdo tradicional.

Por exemplo, na véspera da Copa do Mundo na Rússia, a Copa90 Media fechou uma parceria com o Snapchat. O resultado foram atualizações diárias com conteúdo gerado pelos usuários, construídos de modo a passar ao público em geral a sensação de estar dentro do estádio. Como resultado, a Copa90 conseguiu atrair 31 milhões de usuários únicos.

Fontes:

 

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O que muda na sua timeline com a nova priorização anunciada pelo Facebook

Segundo o Facebook, usuários querem ver mais “conteúdo de amigos”

O Facebook vai dar mais importância aos posts de amigos e familiares na timeline de um usuário, além de destacar mais o número de compartilhamentos e nos comentários do que o número de “curtidas”.

Ao anunciar a mudança, a rede social afirmou que seus usuários estavam preocupados por estarem perdendo “atualizações importantes” das pessoas que conheciam.

A medida reverte a tendência observada no Facebook de dar mais espaço para conteúdo postado pela imprensa ou por marcas.

Segundo o Facebook, os usuários afirmaram em várias pesquisas que queriam ver mais “conteúdo de amigos” e, por isso, iria alterar seu algoritmo para atender essa demanda.

“Nessa mudança, não estamos diferenciando se meu amigo compartilhou uma foto da filha ou se compartilhou um link para um artigo sobre os eventos atuais”, disse à BBC o vice-presidente de gerenciamento de produto do Facebook, Adam Mosseri.

“Acreditamos que ambos são conteúdos que conectam as pessoas com seus amigos (…) e agora nosso sistema os valoriza mais.”

“É possível que alguns veículos de comunicação notem uma queda pequena porém notável no alcance, mas não acho que será uma mudança muito grande”, acrescentou Mosseri.

Benefício?

A mudança no Facebook significa que as organizações que se concentraram em acumular muitas curtidas para aumentar o tráfego em seus posts podem não ter mais tanto sucesso na estratégia.

“Por muito tempo, o conselho do Facebook para veículos de comunicação e empresas era conseguir o máximo de seguidores que você pudesse”, disse Joshua Benton, diretor do Laboratório de Jornalismo Nieman, da Universidade de Harvard.

“Mas, com o passar do tempo, o Facebook fez com que esse volume de seguidores ficasse cada vez menos importante. Primeiro, reduziu-se a fatia de seguidores que suas mensagens no Facebook podiam alcançar. Agora eles dizem que vão dar mais peso aos compartilhamentos de seus amigos e familiares do que aos de companhias e veículos de comunicação que você segue.”

“Vai ter um impacto real. Veículos de comunicação pensaram que o Facebook seria uma plataforma aberta que eles poderiam usar para chegar na audiência, mas agora eles precisam perceber que (o Facebook) tem seus próprios incentivos e objetivos e eles nem sempre se alinham com os deles”, acrescentou.

‘Amigos e família em primeiro’

O Facebook postou em seu blog que a companhia ainda quer identificar e espalhar posts que “informam” e/ou “divirtam”, mas acrescentou que “amigos e família estão em primeiro lugar”.

Mosseri, do Facebook, disse ainda que a mudança era necessária para contrabalançar o fato de que não apenas mais perfis profissionais estão publicando conteúdo no Facebook, como também publicam com frequência maior.

Uma consequência das mudanças é que os veículos de comunicação agora vão precisar pensar mais sobre como envolver a audiência indo além do objetivo de ter seus posts lidos ou assistidos.

“É importante publicar conteúdo que as pessoas queiram conversar a respeito. Compartilhar é uma forma muito boa de conversar sobre as coisas, e aquele conteúdo vai continuar tendo um bom desempenho na timeline”, disse Mosseri. “Mas nós também valorizamos muito os comentários.”

“Então, compartilhar conteúdo que leve as pessoas a querer conversar umas com as outras também é importante”, prosseguiu o vice-presidente da rede social. “Estamos tentando garantir que forneceremos a experiência mais valiosa para as pessoas que usam nossos produtos todo dia. Acreditamos que, se fizermos isso, mais pessoas vão usar o Facebook e por mais tempo – o que vai ser bom para veículos de comunicação, será bom para nós e será bom para a experiência das pessoas”.

Fonte: BBC Brasil

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Livre-se de 10 erros que podem estar afetando sua loja virtual

Para garantir boas vendas, é preciso certificar se a sua loja virtual está livre de problemas!

 

Confira abaixo algumas dicas, caso você esteja enfrentando algum desses problemas procure corrigir o mais rápido possível pois esse é um dos maiores causadores de quedas em vendas e-commerce.

 

1) Design atualizado

O design do e-commerce precisa ser atual e único para que ele se destaque e atraia o público-alvo. Além disso, é imprescindível que ele seja mobile, afinal a maioria dos usuários usa o celular – se não para finalizar a compra, mas pelo menos para fazer pesquisas e saber mais sobre o produto.

Nada de imagens ou vídeos muito grandes, pois vão demorar a carregar e, enquanto isso, o cliente migra para outra loja. Tenha um design leve, informativo e atraente.

 

2) Falhas no processo de pagamento

Não faça do processo de pagamento um interrogatório. Mantenha essa etapa da forma mais simples possível. Garanta a compra – claro, com segurança – e deixe para descobrir mais sobre a vida do consumidor em outra etapa. Peça apenas as informações necessárias e torne o processo de pagamento mais curto possível.

De acordo com BaymardInstitute, a taxa média de abandono do carrinho em e-commerce é de 69,53 % e as falhas no processo de pagamento são as principais razões para esse número.

 

3) Métodos de envio

O frete é um dos principais problemas logísticos do e-commerce. Além disso, ele representa 58% dos custos totais das operações. Por isso, é preciso muita atenção nesse item. O ideal é fazer um planejamento levando em conta o produto, volume, quantidade encomendada e opções de entrega.

No site, disponibilize tabelas de fretes e opção para calcular o preço e prazo do envio do produto. E, para diminuir os custos logísticos, analise e questione o contrato com as transportadoras. O negócio precisa ser viável para todos os envolvidos.

 

4) Formas de pagamento

Ofereça diversas formas de pagamentos ao cliente. Se houver limitação de uma ou duas opções, como por exemplo, Paypal ou uma única bandeira de cartão, você estará diminuindo as chances do consumidor efetuar a compra. Outro tópico importante é analisar o público-alvo do seu e-commerce. A preferência pela forma de pagamento pode mudar de acordo com o seu consumidor.

Além disso, como algumas formas de pagamento possuem taxas menores por compra, cabe ao empreendedor oferecer esse desconto ao cliente e assim aumentar a conversão. É recomendável e prático um pequeno desconto de 5% para boleto, débito em conta ou cartão de débito, por exemplo.

 

5) Preço

Antes de precificar o produto, faça uma pesquisa de mercado e analise os preços praticados, pois esse é o principal fator de escolha do produto, portanto, não abuse no valor.

Claro, há exceções. Há consumidores, por enquanto a minoria, que valorizam e pagam mais quando os produtos, por exemplo, possuem um processo que agride menos o meio ambiente, não são aplicados em animais para testes, entre outros. Mas, lembre-se: são a minoria.

 

6) Imagem

A imagem do produto reflete o que ele realmente é, por isso invista em boas fotografias. Além disso, elas ajudam a garantir produtos e um site mais atraente. A imagem deve mostrar detalhes e todos os lados dos produtos devem ser mostrados. Contrate um bom fotógrafo.

 

7) Descrição

Tão importante quanto à imagem, é a descrição dela. Explore esse espaço para descrever as características do produto e a usabilidade do mesmo. Instigue o consumidor a querê-lo. Nada de fazer as mesmas descrições para os produtos e lembre-se dos motores de busca do Google. Para conferir mais dicas sobre descrição de produtos acesse esse post.

 

8) Promoções

Promoções ajudam a atrair novos clientes e também lembram os antigos de voltarem para a sua loja. Elas são parte importante da estratégia para aumentar as vendas do seu e-commerce. Lembre-se de datas comemorativas e feriados. São ótimas oportunidades para realizar promoções.

 

9) Sistema de avaliação

Todo e-commerce deve ter um espaço para as avaliações feitas por clientes. E nada de esconder aqueles comentários negativos. É o conjunto disso que vai trazer mais confiabilidade a sua loja online. Por isso, oportunize seu cliente avaliar os produtos, o processo de compra e entrega, o atendimento, entre outros tópicos.

 

10) Marketing

Se você quer se tornar uma marca forte, invista em marketing profissional. Esteja presente na mídia, apareça nas redes sociais e mantenha uma boa relação com os clientes e prospects. Aposte no inbound marketing.

Agora que você já sabe quais erros não cometer no seu e-commerce, a dica é investir um tempo em uma boa análise da sua loja virtual levando em conta cada tópico.

 

Fonte: administradores.com

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4 dicas para impulsionar seu e-commerce com Inbound Marketing

Não é de hoje que relacionamento é a chave para gerar vendas e a fidelização dos seus clientes – você já deve ter comprado algum produto por admirar muito a marca ou então pelo ótimo atendimento que teve. Apesar desse processo já estar bem definido nas lojas físicas, muitas lojas virtuais ainda estão tendo dificuldade para gerar relacionamento e, consequentemente, aumentar suas vendas.

Diante dessa realidade, o trabalho de Inbound Marketing, focado no relacionamento com o seu Lead/cliente e não diretamente na venda, pode ser a estratégia ideal para aumentar as conversões da sua loja virtual.

Preparamos 4 dicas de Inbound Marketing e como utilizá-las para o sucesso do seu e-commerce, confira:

1) Blog para aumentar o tráfego qualificado

Uma das principais diferenças entre o investimento em produção de conteúdo e em links patrocinados é a frequência do investimento e o tempo para ter o retorno. No caso de ferramentas como o Adwords, os resultados são notados em curto prazo, mas acabam assim que o investimento também é finalizado.

Já quando o investimento é na produção de conteúdo, é necessário cerca de três meses de trabalho contínuo para você começar a sentir o resultado – e aquele post irá gerar tráfego continuamente para a sua loja, além de reduzir o custo para atrair seu cliente e o tempo do ciclo de venda dos seus produtos. Esses são apenas alguns motivos que já citamos entre vários outros no post sobre por que sua empresa deve ter um blog.

Outro ponto importante que vale ser ressaltado é a recente atualização feita no Google Panda, um algoritmo desenvolvido para detectar sites com baixa qualidade de conteúdo. Se antes a qualidade dos artigos publicados já era importante, após essa atualização ficou ainda mais.

Por isso, preste atenção especialmente em dois quesitos:

– Prefira qualidade e não quantidade! Na hora de escolher um tema para o seu post, pense nas pessoas que você quer atingir e que tipo de conteúdo seria interessante para elas. Não publique nada apenas para cumprir tabela, tenha um objetivo bem claro do que você deseja atingir com aquela postagem.

– Publique sempre conteúdos exclusivos e feitos pela sua equipe. Não copie e cole artigos de outras pessoas, mesmo que citando a fonte. Poste conteúdos feitos exclusivamente pela sua empresa e aproveite essa produção para também publicar guest posts.

Mas, o que adianta atrair visitantes sem começar um relacionamento direto com eles? É aí que entra o segundo passo: ofertas atrativas através das Landing Pages.

2) Landing Pages para aumentar a base de Leads

Você atraiu o visitante para o seu site, mostrou que entende do assunto, mas ainda não começou a falar com ele? Então essa é a hora!

Oferecer na Landing Page um conteúdo educativo ou um material que agregue valor ao seu visitante é uma das formas mais eficazes para convertê-los em Leads – além disso você já terá uma base pronta para lançamento de futuros materiais.

Dica: preste atenção em quais Landing Pages os Leads estão convertendo. Com isso, você terá informações mais precisas para montar uma campanha de E-mail Marketing focada nas necessidades dele, ou seja, conseguirá segmentar melhor seus Leads.

Para que sua página tenha uma boa taxa de conversão, você terá que novamente pensar em algo relevante para o seu Lead. Porém, dessa vez o conteúdo terá que ser um pouco mais denso ou até mesmo uma oferta do seu produto, como por exemplo um eBook ou um cupom de desconto.

Outro ponto importante são as informações solicitadas no formulário. Em um teste A/B conseguimos verificar que, apenas retirando o campo de telefone, aumentamos em 167% a conversão. Por isso, na hora de montar a sua página, pense claramente em quais são os seus objetivos e, consequentemente, quais são as informações necessários para atingí-lo.

Após descobrir quem é seu Lead e quais são os seus interesses, está na hora de começar um relacionamento mais direto através das campanhas de Email Marketing.

3) Email Marketing para gerar conversões

Você sabia que, para lojas virtuais, esse é um dos canais que apresentam maior taxa de conversão? Foi isso que disse um estudo realizado pela Experian Marketing Services, o qual revelou que 2,53% dos emails acabam gerando vendas.

Porém, para que o seu negócio virtual também alcance esse número, é preciso ter alguns cuidados.

– Não faça SPAM: tenha certeza que sua empresa tem autorização para enviar Emails para os seus contatos e que os assuntos enviados são de interesse do seu público para que eles sejam lidos na caixa de entrada e não passem a cair no SPAM;

– Cuidado com a frequência: preste atenção na quantidade de Emails que estão sendo enviados, se a frequência for muito alta o seu Lead pode ficar incomodado com o número de Emails que recebe, e se for muito baixa, talvez não seja possível atingir seus objetivos e nem ser lembrado;

– Segmente seus leads: não envie a mesma campanha para toda sua base. Mostre que você sabe quem são eles e quais são as suas necessidades. Veja alguns exemplos de critérios para essa segmentação;

– Tenha um assunto atrativo: novamente não esqueça de pensar em que tipo de conteúdo seu Lead estaria interessado;

– Tenha um call to action eficiente: deixe claro para o Lead qual é o próximo passo a tomar após a leitura daquele email (baixar o eBook, entrar em contato, fazer um pedido de avaliação e etc);

– Gere valor: o seu contato precisa saber que seus Emails são importantes e que irão agregar algum valor para a empresa dele. Por isso, sempre deixe claro quais são os seus benefícios.

Mas, para ter certeza que essas estratégias estão gerando resultados para a sua empresa, é preciso monitorar e analisar o que está sendo feito.

4) Monitoramento, análise e otimização para fidelizar o cliente

Vai dizer que não é bom entrar em uma loja onde você é atendido pelo nome e os vendedores já sabem quais são as suas preferências? Através do monitoramento e análise você também pode ofertar isso para os seus clientes de e-commerce – e a otimização desse trabalho fará com que as taxas de conversão sejam ainda maiores.

Veja quais foram os conteúdos que tiveram mais acessos, conversões e engajamento. Quais foram os Emails com maiores taxas de abertura e cliques, analise os horários que eles foram disparados e então você terá embasamento para replicar o que está dando certo e melhorar o que não está trazendo tanto resultado.

Porém, cuidado para não medir o seu sucesso com as métricas da vaidade. Por mais que seguidores e visitantes sejam importantes, não são eles que definirão se seu investimento em Marketing Digital está valendo a pena ou não.

Uma forma rápida e fácil de avaliar quanto do seu investimento em Marketing Digital está trazendo retorno é pelo Funil de Vendas. Essa avaliação pode ser feita em três níveis diferentes: as taxas de conversão do seu funil de vendas, as fontes de tráfego com maior geração de Leads e a análise específica de cada canal.

Bom, espero que você consiga aplicar essas estratégias ao seu negócio. Qualquer dúvida, crítica ou sugestão, é só entrar em contato.

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Por que sua empresa deve ter um blog como ferramenta de Marketing Digital

Nesse post, trouxemos um pouco da nossa experiência e listamos os maiores motivos para sua empresa ter um blog como ferramenta de marketing digital:

 

Estabelece liderança – Quando você escreve sobre algum assunto, está constantemente colocando seu conhecimento à prova.  Se você não conhece muito do assunto, certamente será criticado nas mídias sociais e nos comentários do blog. No entanto, se seu blog tem qualidade, faz sucesso e é bastante comentado, você automaticamente passa a ser uma autoridade no assunto. Os potenciais clientes vêem você como alguém que sabe o que está falando e passam a confiar mais na sua marca.

Ajuda você a ser encontrado gratuitamente no Google – Publicar conteúdo com freqüência faz com que sua empresa tenha muito mais páginas indexadas no Google do que um website comum. Além disso, aumenta a probabilidade de outros sites colocarem links para o seu site, o que te ajuda a se posicionar melhor no Google (falaremos mais em outros posts sobre como o Google funciona e como se posicionar melhor).

É interativo – A maioria dos blogs tem espaços para comentários. Incentivar essa conversa é uma nova forma de criar relacionamento com seus clientes. Além disso, você pode tirar dali diversas idéias para novos posts, aprender coisas novas a partir da experiência de outras pessoas e receber opiniões para seu blog, sua empresa e seus produtos ou serviços.

É dinâmico – Um website comum pressupõe conteúdo fixo, parado. Com um blog, tem-se a idéia totalmente oposta: atualizações constantes, conteúdo novo. Isso faz com que as pessoas visitem o blog de forma recorrente.

Facilita o processo de venda – O blog ajuda muito nos casos em que o cliente abordado ainda não está no momento ideal de compra. Assim, ao atraí-lo para o seu site, o cliente pode continuar em contato contínuo com a sua empresa mesmo que não tenha comprado o seu produto ou serviço. Dessa forma você vai estabelecendo a confiança aos poucos e o cliente já terá a sua marca em mente quando finalmente decidir que é a hora de comprar.

Resultados permanentes – Diferentemente de uma propaganda em TV, um banner em um site de terceiros ou um flyer entregue no semáforo, o blog é um ativo permanente. Se você deixar de investir na propaganda, não terá mais a presença nesses canais. Se você deixa de escrever no blog, no entanto, os links de indicação e a autoridade das suas páginas perante o Google continuam, e assim sua empresa continua recebendo tráfego para o site de forma gratuita.

Gera aprendizado – Esse é um ponto pouco valorizado, mas de extrema importância. Escrever um blog é uma responsabilidade que te força a estar sempre atento com o que acontece na sua indústria. Além disso, o fato de ter que escrever faz com que você, que já estudou e experimentou bastante e tem diversas opiniões e argumentos na cabeça, organize bem esse conhecimento e consiga absorver o que é mais importante.

Nesse post procuramos deixar bem claro os “porquês” de um blog. Continue acessando o nosso blog que logo falaremos mais sobre “como” usar o blog como ferramenta de marketing da sua empresa.

E claro, se você tem alguma experiência no assunto para compartilhar ou um feedback pra gente,  é só comentar 😉

Artigos

O Novo Marketing Digital – Tendências para 2016

Com o aumento do interesse das Empresas em busca mais recursos para ter uma posição em destaque na Internet, o Brasil vem na frente, pois a ampliação de computadores nas residências brasileiras e o acesso crescente através dos dispositivos móveis fazem com que o Marketing Digital se expande e tenha mais credibilidade,com crescimento contínuo no mercado online das Empresas de qualquer setor.

Destacam-se as principais tendências do Marketing em 2016 no Brasil:

Marketing de Conteúdo: É através do conteúdo que uma marca ganha credibilidade e confiança dos consumidores. Acrescentando valor na comunicação no cotidiano das pessoas de uma forma clara e com informações que chamem a atenção positivamente do público alvo. Sendo uma estratégia sinérgica ao Inbound Marketing, ele tem o planejamento mais completo referente ao Marketing Digital que se aplica às suas principais estratégias, fazendo com que a Empresa tenha um constante crescimento no relacionamento com o público.

Estratégias de Remarketing ou Retargeting mais eficientes: Uma das ferramentas mais eficazes do Google AdWords no Marketing Digital, ela marca e identifica todos os usuários que visitam uma página passando a exibir os anúncios com mais frequência.

SEO – Indicações Sociais: A otimização de Sites Para Ferramentas de Busca deve estar mais evidente para causar mais impacto no público alvo, levando em consideração os artigos publicados nos blogs ou produtos em lojas virtuais fornecendo um conteúdo mais rico em informações fortalecendo as ações nas mídias sociais.

Links Patrocinados – Google X Facebook : Na área de links patrocinados, Google e Facebook ganham mais um round em sua luta. O AdWords vem perdendo seu espaço por Facebook Ads, pelos seus recursos cada vez mais aprimorados no Google AdWords e o aumento na segmentação causada pela procura das mídias online, principalmente das médias Empresas.

Redes Sociais mais ativas: Pela ampliação de dispositivos móveis no país, as redes sociais tornam-se cada vez mais presentes através dos Smartphones – Mobile e Tablets, aumentando a visibilidade do Marketing nas mídias sociais, a tendência é que o Facebook Marketing tenha mais destaque no Brasil com a perspectiva de estar mais modernizado.

Big Data mais decisivo: Em 2015, a tendência é que aconteçam novos avanços nos sistemas de inteligência artificial, dando mais conteúdo à informação tendo maior presença no Marketing Digital.

Marketing Mobile: Pelo crescente aumento do uso de dispositivos móveis, a tendência é que se crie uma versão mobile de Marketing Digital proporcionando aos usuários uma nova experiência em estruturação de campanhas.

Email Marketing mais segmentado: O email marketing não será mais utilizado como veículo de comunicação, mas sim, a segmentação se tornará cada vez mais forte em suas campanhas se adaptando ao Marketing de Relacionamento.

Carreira de Marketing Digital em alta: A carreira está mais valorizada e a tendência que aumente a procura de especializações para esta área. As empresas buscam formar seus colaboradores para gerar menos custos do que procurar por uma agência digital.

Pequenas e Médias Empresas adotarão o Marketing Digital: As Empresas que recorrem aos cursos de Marketing Digital estão cada vez mais crescentes, pois elas almejam ter maior destaque no mercado.

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